Mamoplastia redutora

Indicação
Restrições de atividades sociais por constrangimento ou por impossibilidade de exercer determinadas atividades física.
Razões estéticas como mamas caídas e aréolas muito aumentadas de tamanho. Enfim, melhora da auto-estima.
Cirurgia
A cirurgia é realizada preferencialmente quando as mamas estão completamente desenvolvidas. As melhores candidatas são mulheres sadias, não-fumantes, com peso normal e que não pretendam mais engravidar (a gravidez pode alterar os resultados da cirurgia visto que há muita flutuação no peso, mas uma gravidez futura não é fator proibitivo para uma mamoplastia redutora). Existem muitas variações do procedimento, contudo os padrões mais usados são:
Periareolar (incisão ao redor da aréola)
Vertical (incisão ao redor da aréola e vertical da aréola ao sulco mamário)
T invertido (acrescenta o componente horizontal no sulco mamário ao padrão vertical)
O Padrão das incisões é determinado baseado quantidade de tecido (glândula/gordura) que irá ser removido, bem como na experiência e preferência do cirurgião, sempre levando em conta a preferência pessoal de cada paciente. Independente da incisão que se escolha, o procedimento bem realizado em paciente sem problemas de cicatrização (quelóide/cicatriz hipertrófica) o resultado é muito satisfatório. As cicatrizes são posicionadas em sulcos ou contornos naturais das mamas e normalmente tendem a desaparecer ou se tornarem muito discretas.
A amamentação normalmente não é afetada por nenhuma das técnicas citadas acima, salvo na gigantomastia onde normalmente já se espera por dificuldades na amamentação mesmo quando não operadas. Portanto a mamoplastia de redutora não é contra indicada para pacientes nulíparas.
Recuperação
O curativo foi simplificado de sobremaneira com o uso de colas ou sistemas de fechamento cutâneo tipo Dermabond® Prineo® . A necessidade de troca de curativo em uma incisão de extensão longa com a da mamoplastia pode gerar desconforto para as pacientes.
Orienta-se o uso de sutiã pós-cirúrgico (malha de compressão elástica) e restrição de atividade física principalmente nos membros superiores.
O posicionamento definitivo das mamas é obtido a partir do 3º mês de pós-operatório quando ocorre a “báscula mamária” e atingimos praticamente o resultado definitivo apesar de serem necessários vários meses para o desaparecimento completo do edema.
Complicações
A retirada de grande quantidade de tecido mamário pode alterar a sensibilidade e mesmo a capacidade de amamentação. As incisões da técnica em “ T invertido” são mais susceptíveis a “sofrimento”, o que pode levar deiscência (rompimento) nas bordas da sutura, particularmente na junção da sutura vertical com a horizontal. O tratamento é com curativos diários até a cicatrização ocorrer por completo.

Cirurgião Plástico
em Fortaleza
Dr. Giovanni Martins
RQE 2627 - CREMEC 6225
- Curso Superior de Medicina: UFC – Universidade Federal do Ceará;
- Membro Especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica: Congresso Brasileiro em São Paulo em 2001;
Agende sua consulta!
Blog
Conquiste mamas bonitas sem silicone!
Muitas mulheres têm vontade de melhorar a aparência das mamas, mas pelos mais diversos motivos não querem colocar implantes mamários, os famosos “silicones”. Algumas temem que por se tratar de um “corpo estranho” tenham a eventual necessidade de eventualmente ter que...
Cirurgia Plástica e Mídias Sociais – Uma Reflexão!
Hoje vivemos uma revolução no mundo das comunicações. Temos acesso rápido e fácil aos mais diversos conteúdos. Isso sem dúvida alguma é muito bom, mas temos que saber usar. Como tudo na vida, o excesso pode causar mais prejuízo que benefícios. A internet é a força...
Como evitar a queda das mamas?
São muitos os fatores que ameaçam a firmeza, tonicidade e juventude dos seios. Essa acaba sendo uma consequência inevitável da passagem do tempo. Porém, hábitos diferentes podem agravar a ptose mamária ou ajudar suavizá-la. Como qualquer outra, essa região do corpo...