Coxoplastia (pós-bariátrica)

A coxoplastia é o procedimento para a ressecção do excesso de pele da região interna e em casos extremos da pele externa das coxas também. Esta cirurgia tornou-se mais comum após os grandes emagrecimentos, em particular após as cirurgias bariátricas.
Aqui você vai saber mais sobre os cuidados pré e pós operatórios, e as suas principais peculiaridades. A indicação para essa cirurgia se dá pelo desconforto do excesso de pele causando muitas vezes dermatite pelo atrito das coxas e até mesmo infecção fúngica (intertrigo). Esta cirurgia comumente é associada a plástica de abdômen. Está indicada para pacientes que tenham o peso estabilizado, o que em média demora mais de um ano após a cirurgia bariátrica. Uma avaliação pré-operatória detalhada se faz necessário para corrigir a anemia, se houver, e avaliar os demais parâmetros laboratoriais.
Cirurgia
Recuperação
O curativo foi simplificado de sobremaneira com o uso de colas ou sistemas de fechamento cutâneo tipo Dermabond ® Prineo ®. A necessidade de troca de curativo em uma incisão de extensão longa com a da plástica de abdômen pode gerar desconforto para as pacientes.
A malha de compressão elástica deve ter seu início pelo risco de lesão da pele. Além do atrito causado pelo andar (deambulação), a pele é mais frágil e pode estar com a sua sensibilidade alterada. Por isso postergamos o uso da malha até quando tivermos uma maior segurança da viabilidade da pele.
No pós-operatório recomenda-se um acompanhamento especializado com fisioterapeuta para a realização de sessões de drenagem linfática. Este procedimento traz grande conforto e diminui o edema do pós- operatório. O uso de aparelhos pode ajudar muito mas sua indicação tem que ser com muita cautela. É comum alterações de sensibilidade e o uso de calor como na radiofrequência pode provocar resultados desastrosos.
As atividades corriqueiras são retomadas gradualmente, a partir da segunda semana já se está apta a retornar a maior parte delas. Atividades esportivas devem ser evitadas por pelo menos 45 dias, principalmente as que aumentem a tensão na musculatura abdominal ou que tensione a pele do abdômen.
Complicações
As complicações são infrequentes e usualmente de pequena importância. Na fase aguda pode ocorrer deiscência da sutura, hematoma, seroma, infecção. As complicações tromboembólicas são evitadas por meios físicos (meia, deambulação precoce, etc.) e por medicação. As cicatrizes, dependendo de cada paciente podem se tornar hipertrófica (queloide) ou hipercrômicas (escuras).

Cirurgião Plástico
em Fortaleza
Dr. Giovanni Martins
RQE 2627 - CREMEC 6225
- Curso Superior de Medicina: UFC – Universidade Federal do Ceará;
- Membro Especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica: Congresso Brasileiro em São Paulo em 2001;
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